Dormir no quarto dela 31 Agosto, 2007
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A Raquel gosta tanto do quarto dela, que já nem se importa de lá dormir. Parece que chegou finalmente a fase em que eu e a João vamos voltar a ter a cama só para nós e já podemos voltar a utilizar as posições de sono que mais gostamos. Ainda é necessário o “leitinho” antes de ir dormir e ainda resmunga se lhe cai a chucha, mas já consegue aguentar até quase de manhã sem acordar e dorme profundamente até por volta das sete/oito horas. Nessa altura, precisa de “abastecer” mais um pouco do liquido fabuloso (leitinho) e volta a ferrar até por volta das dez.
Hoje ainda fez uma coisa mais engraçada. Normalmente, gosta de adormecer a ver os telediscos dela (os que vou gravando do Canal Panda e que até nós já sabemos de cor) mas hoje, deu a entender que queria ir para a cama e pronto. Disse: “cama, ché (um boneco do Shrek), doo-doo e chú”, veio-me pedir um beijinho e foi para a cama sozinha. A João ainda ficou lá com ela um pouco, mas a Raquel acabou por adormecer e ainda está ferrada a dormir. Uma nova fase? Esperemos que sim, que esta é boa…
Redecorar a sala 17 Agosto, 2007
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Desde que a Raquel já tem o quarto dela, que a maioria dos brinquedos também se “mudaram” lá para dentro, mas como ela gosta de estar ao pé de nós na sala e tem uma paixão incontrolável por legos (Mega Blocks) e outras construções, há algumas coisas que acabam por ficar na sala. E depois, de vez em quando, ela resolve redecorar o espaço livre que existe disponível no chão, espalhando todas as embalagens e todas as peças por todo o lado, incluindo debaixo do móvel e dos sofás.
Antes e depois 16 Agosto, 2007
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A Raquel é uma leitora assídua da revista Bebé d’Hoje. Afinal também ela é uma bebé de hoje e está sempre atenta a tudo o que passa por aí e às novidades do mundo das crianças. Sabe os nomes dos bebés de cor, na página onde aparecem as fotos mais pequeninas e gosta de andar à procura de imagens de outros bebés, de objectos que também ela possa ter ou imagens do Panda, do Noddy ou outros personagens. Vê a revista toda diversas vezes e obriga-nos também a ver muitas das coisas que ela descobre. O problema é que as revistas não são feitas de metal e têm um tempo de duração, pelo que decidi tirar uma imagem à mesma revista assim que chegou cá a casa e outra passado um mês. Aqui fica o resultado:

Soninho com o Pocoyo 15 Agosto, 2007
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O tio “Migué” e a tia “Xaxana” hoje fizeram uma grande surpresa à Raquel e trouxeram-lhe uma embalagem enorme do Pocoyo. A Raquel ficou louca e não descansou enquanto não descobriu o que era. Nada mais, nada menos do que lençóis novos do Pocoyo para a caminha dela. A excitação foi tão grande que quase obrigou a fazer a cama dela de lavado logo a seguir para se poder deitar e estrear os lençóis do Pocoyo. Claro que esta última parte não durou muito, mas agora, está-nos sempre a querer ir mostrar os lençóis novos e faz uma festa sempre nos mostra, dizendo os nomes dos personagens todos: Pocoyo (igual), Álí (Ellie), Pááto (Pato), Úla (Lula)… E só falta mesmo a Ave Dorminhoca, mas esta eu não insisto para ela dizer correctamente. Ainda assim, ela já diz “Dúmió”…

A descoberta da relva 6 Agosto, 2007
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A Raquel descobriu recentemente novos tipos de piso, para ver quais as reacções da pequenota. Primeiro ficou um pouco apreensiva, mas depois, os pais (nós) tirámos-lhe os sapatos e praticamente obrigámo-la a andar em cima de todo aquele verde. Ao início atirou-se para o chão e não queria tocar na relva, depois não queria sair do colo da mãe e no meio de toda aquela confusão, ainda aprendeu a dizer “cógas” que, para quem não sabe, é a mesma coisa que cócegas. Ao fim de alguns minutos, a curiosidade habitual lá veio ao de cima e depois de a descalçarmos outra vez e de lhe termos atirado os sapatos para longe, lá andava ela toda contente a andar pela relva. Tudo com muito controlo da nossa parte, uma vez que há uma zona que começa a descer e seria uma queda feia para a Raquel. A grande vantagem é que a relva é bastante mole e mesmo com todas as vezes que ela caiu, não houve nenhum choro ou fita a registar. Foi assim um final de tarde bem passado em casa do Avô Gilinho, sentados na relva a observar as diabruras da pequena Raquel.