Fluviário de Mora

Tal como o meu blog, também o da Raquel tem ficado esquecido nos últimos tempos, pois também sou eu que o actualizo e a vontade tem sido justamente a mesma que a de actualizar o Recanto Cibernético. A única diferença é que tenho a felicidade e a sorte de poder assistir ao crescimento da Raquel todos os dias e tem sido uma experiência incrível. Está com quatro anos e meio e continua a crescer a uma velocidade incrível, tanto na física como mentalmente. Está divertida, gozona, tem um sentido de humor incrível e tenta sempre dar a volta a todas as questões à maneira dela ou como lhe dá jeito na altura. E ainda bem. Espero que seja assim em tudo e que lute sempre para conseguir o que quer, tal como faz agora. Mesmo que lhe provemos que ela está errada e lhe expliquemos porquê, ela continua a tentar arranjar argumentos para provar o contrário e quando não consegue, ou faz uma fita terrível ou tenta mudar de assunto de uma forma subtil.

O último passeio em família teve como destino o Fluviário de Mora. Já andávamos para lá ir há algum tempo, mas nunca se tinha proporcionado mesmo a sério. Mas como as opiniões que continuávamos a ouvir eram sempre positivas e como umas das últimas visitas da Raquel foi ao Oceanário de Lisboa, resolvemos complementar essa visita com uma pequena viagem até Mora para conhecer o Fluviário. E é uma viagem que vale muito a pena. É óbvio que o tamanho do Fluviário nada tem a ver com o do Oceanário, mas é uma experiência muito interessante que aconselho vivamente. E se for de manhã, sai a tempo de comprar uns miminhos na loja e almoçar no restaurante do próprio Fluviário com vista para as morsas (se elas se dignarem a aparecer). Uma boa compra é o DVD que nos mostra tudo o que por lá há, mas com uma boa explicação de tudo o que acabámos de ver.

Em meditação…

Não, não é o blog da Raquel que esteve em meditação este tempo todo. E também não é por falta de motivos e ideias que este não é actualizado. É mesmo porque aparecem sempre tantas coisas para fazer antes de actualizar estas páginas que, na maior parte das vezes, acaba por ficar esta parte para outro dia. E para outro dia. E para outro dia. E para outro dia. E já lá vão sei lá quantos dias…

Quanto à Raquel, continua excelente! Com a sua lista de alergias, vírus e doenças que nunca a deixam a 100 por cento, mas também que nos deixam muito felizes por não se afastarem muito deste valor. É uma amigdalite aqui, uma inflação ali e umas manchas na pele que afinal eram uma espécie de familiar da rubéola (tio, primo ou o tipo de familiar não faço a mais pequena ideia). O seu (mau) feitio continua em pleno mas isso também só prova que é de ideias fixas e que não desiste enquanto não consegue aquilo que quer. O que nos torra completamente a paciência, mas que, a continuar, será uma coisa muito importante no futuro dela. Espero que seja assim com tudo.

Em termos de futuras actualizações no blog, não sei muito bem como vai ser. Há muita coisa por contar mas, para já, não podia deixar de publicar esta foto onde a Raquel está a fazer uma coisa única e que é muuuuuuuuito rara. Não, não é meditar. Segundo ela, está a esperar!

Calendário 2010

Acabou de chegar cá a casa o novo calendário do Blog da Raquel. Ainda está quentinho, pois acabou de chegar. Sofreu um pouco e vêm todos em mau estado, pois parece que andaram a jogar a bola com caixote, mas o que interessa é que já cá estão. Novidades em breve… (Tipo, amanhã, na entrega das prendas)… 🙂

Cérebro da Raquel

Às vezes tenho a sensação que a capacidade que o cérebro da Raquel tem em tomar atenção ao que lhe dizemos (principalmente àquilo que não lhe interessa) funciona mais ou menos da mesma forma que o do Homer Simpson quando lhe pedem para ter atenção. Por vezes, fico com a impressão que até consigo ouvir os pratos do macaquinho.

P.S. – Peço desculpa por não estar em Inglês, mas não encontrei. Mas também não interessa. A falta de atenção e o barulho dos pratos é igual em qualquer língua.

Saudades da chucha

MaggieSimpson

Nunca esperei dizer isto, mas tenho de confessar que tenho saudades da chucha. E não estou a citar a Raquel. É mesmo uma opinião minha! Faz hoje dois meses que a Raquel decidiu ir deitar a chucha dela no caixote do lixo. Um acto de que ela se arrependeu claramente, mas que também não quis dar o braço a torcer e não tentou desfazer (e nós ajudámos a que assim fosse). No entanto, faz também hoje dois meses que o acto de adormecer a Raquel fosse também quase sempre uma pequena tortura, pois em vez que meter a chucha na boca e adormecer, ela grita, esperneia, faz fitas por tudo e por nada, resmunga, geme, etc, etc…

Depois da lobotomia que levámos dos médicos, da família e do “saber popular”, achámos que o facto de ela continuar com a chucha seria cada vez mais complicado para os dentes dela e também para a fala e a comprovação de que tínhamos razão nesse ponto, é que ela está a falar muito melhor e os dentes estão muito mais certinhos do que estavam até há bem pouco tempo. Só que sem a chucha, ela não se cala um bocadinho. Tem de ser sempre ela a ter a última palavra numa discussão ou argumentação. Pisa sempre muito mais o risco em relação ao que deveria e demora uma eternidade para adormecer, seja para a sesta ou à noite. As fitas constantes estão a dar cabo de nós e já nos esgotaram mais a paciência do que qualquer outra coisa desde que ela nasceu. É que, sempre que surgiu um novo problema, tentámos sempre encontrar a melhor solução e não nos temos dado muito mal com isso, mas agora, já estamos quase em fase de desespero e sem saber o que fazer. Estamos cansados da fita constante e da gritaria e dos choros desnecessários. Muito mesmo. E a solução teima em não aparecer. Tenho saudades da chucha…

Olhos bem abertos

Ontem foi o dia de aniversário do avô e ficámos até à última hora convencidos de que não conseguíamos mesmo ir. Uma viagem ao dia de semana até Mafra, passando pela Costa da Caparica e por Alverca, depois de sair de Lisboa à hora de ponta não é das coisas mais fáceis de se fazer. No entanto, movimentando algumas pessoas e alterando o ritmo normal da semana, lá se conseguiu encontrar uma solução e conseguimos estar presentes para cantar os parabéns ao Avô Gilinho. De olhos bem abertos e muito bem disposta, pelo menos antes de lhe dar o sono, a Raquel voltou a cativar toda a gente com a sua alegria, boa disposição e sentido de humor e mostrou que, em algumas situações, até já é uma menina muito crescida. No entanto, depois de tantas horas longe da cama, o sono lá acabou por chegar e tivemos de fazer as despedidas num instante e regressar a casa. A moleza era tão grande que passados três ou quatro minutos depois de arrancar com o carro, já se ouvia um pequeno ressonar do banco de trás. Parabéns Avô!

Migalhas

Depois de lhe passar um muffin de chocolate para a mão:
“- Raquel, por favor não faças migalhas.”
“- Está bem papá…”

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